Orquestra Arte do Bem convida: Jota Quest

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O projeto Arte do Bem

O “Arte do Bem” é uma marca criada para assinar eventos culturais realizados em benefício do Hospital Boldrini, por meio de Leis de Incentivo Cultural. Tem como objetivo promover a fusão da música instrumental e erudita com ao Rock nacional, levando ao público espetáculos de qualidade e apresentações de artistas consagrados.

A Orquestra Arte do Bem

A Orquestra Arte do Bem foi criada em 2015 para ser a atração residente do projeto Arte do Bem, evento cultural beneficente que tem como objetivo promover a fusão da música instrumental e erudita com o Rock. Esse trabalho inédito apresenta um repertório repleto de arranjos e versões exclusivas de grandes clássicos do rock nacional e internacional sob a regência do Maestro Martin Lazarov.

Surpreenda-se ao escutar Led Zepelin, Deep Purple, Nirvana, Bon Jovi, Charlie Brown Jr, Cassia Eller, entre outros ícones do Rock em uma performance inigualável de 40 talentosos músicos tocando simultaneamente.

Em seus primeiros três espetáculos, a Orquestra Arte do Bem convidou alguns dos maiores nomes do Pop Rock nacional para dividirem o palco tocando seus principais sucessos em arranjos especiais. Skank, Titãs e Jota Quest foram as bandas que se juntaram a Orquestra em 2015 proporcionando ao público uma inédita parceria em músicas como Balada do amor inabalável (Skank), É cedo ou tarde demais (Titãs) e Dias Melhores (Jota Quest).

Jota Quest

Formada na primeira metade dos anos 90, na efervescente cena pop-rock da capital mineira, o quinteto, inicialmente batizado “J.Quest“, lançou seu primeiro álbum “J.Quest – Independente” no final de 1995, disco que seria seu passaporte de entrada para o casting do extinto selo CAOS, braço pop-rock da gravadora Sony Music. Na capa, uma arte em grafite com o nome do grupo, fazia fundo para um senhor, sentado em um banco de praça, abraçado a um aparelho de rádio antigo, reforçando a ideia/conceito de resgatar o passado e dialogar com o novo.

Com uma mistura peculiar de black-music (funk, disco, soul), pop e rock, chegava as prateleiras de discos de todo o país, em outubro de 1996, “J.Quest“, o primeiro cd por uma grande gravadora. O “disco das perucas”, como ficou conhecido, chegou trazendo frescor e suíngue ao pop brasileiro, emplacando canções como “Encontrar Alguém”, “Ônibusfobia”, “Vou pra aí”, “My Brother” e a regravação do clássico “As Dores do Mundo”, de Hyldon, além da participação especial de Tony Tornado.

Com suas primeiras canções e vídeos-clipes soando nas rádios jovens e na MTV, não demorou pra que banda começasse também a se apresentar no circuito brasileiro de shows. Com um cantor carismático e músicos de técnica excepcional a banda apresentava um espetáculo vibrante e contagiante, bem engendrado nas noites quentes do undergrond Belo Horizontino, que acabou por levá-los aos palcos dos grandes festivais nacionais.

Em maio de 1998, saía “De Volta Ao Planeta…“, 2º álbum de estúdio, que iria coloca-los definitivamente no topo das paradas de sucesso. Com canções marcantes como “Fácil”, “Sempre Assim”, “De Volta Ao Planeta”, “O Vento”, “35”, entre outras, o disco atingiria a marca de 1 milhão de cópias vendias.

Daí se seguiram os lançamentos: Oxigênio (2000); Discotecagem Pop Variada (2002); MTV Ao Vivo (2003); Até Onde Vai (2005); La Plata (2008); Días Mejores [Latino] (2010); Quinze (2011); Folia & Caos (2012), Funky Funky Boom Boom (2013) e o recém lançado Pancadélico (2015).